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A Associação de Jovens Agricultores de Portugal (AJAP) defendeu hoje que são necessários mais regadios em Portugal para ajudar a rentabilizar a agriculta e contrariar a desertificação do interior, replicando projetos como o Alqueva ou de menor dimensão.

Temos de replicar mais 'Alquevas' pelo país, ou 'mini-Alquevas' em certas regiões, de forma a que possamos ter mais água. Se tivermos mais água, mais rentável tornamos a nossa agricultura e mais facilmente contrariamos o abandono e a desertificação do interior", afirmou o diretor-geral da AJAP, Firmino Cordeiro, em declarações à agência Lusa. O responsável falava à margem a conferência "Valorizar o Interior", que está hoje a decorrer no Fundão, distrito de Castelo Branco, numa iniciativa organizada pela revista "Vida Rural" em colaboração com a autarquia fundanense. Frisando a importância da água na agricultura, Firmino Cordeiro subscreveu o apelo que já tinha sido deixado por outros oradores relativo à necessidade de se concretizar o projeto do Regadio a Sul da Gardunha, que há muito é reivindicado por produtores locais e pela Câmara do Fundão.

Segundo referiu, a agricultura está com um maior dinamismo e tem cativado novos agricultores de várias áreas de formação, o que comprova que as potencialidades do país não se resumem ao setor do turismo. "Somos um país de turismo, óbvio, mas somos um país de floresta e também um país agrícola, com solos únicos e com características endafo-climáticas únicas", acrescentou o dirigente desta organização que agrega 13 mil associados, entre jovens agricultores e agricultores membros.

Firmino Cordeiro esclareceu ainda que entre os novos projetos que têm surgido, a maioria estão instalados no interior do país, nomeadamente na Cova da Beira, região em que decorreu a conferência e em Trás-os-Montes. Presente nesta iniciativa, a ex-coordenadora da Unidade de Missão para a Valorização do Interior, Helena Freitas, frisou a importância que a agricultura pode ter no desenvolvimento do interior do país e salientou que são precisas "políticas territoriais" para colmatar os problemas existentes.

"O problema do país não é demográfico. O problema do país é a falta de políticas territoriais. Se tivermos políticas territoriais, seguramente resolvemos os problemas que estão a jusante", disse. Docente e investigadora na Universidade de Coimbra, Helena Freitas anunciou que a sua equipa está a desenvolver um projeto denominado "Cultivar" que visa criar uma rede de competência que permita uma maior valorização dos recursos endógenos.

Reiterou que o conhecimento, a ciência, a tecnologia e os sistemas de organização de produtores são vitais para criar uma agricultura mais competitiva, isto sem esquecer a denominada "agricultura familiar" e o papel que esta componente desempenha em termos produtivos.

Fonte: https://www.dn.pt/lusa/interior/associacao-de-jovens-agricultores-quer-mais-regadios-em-portugal-10188417.html

A Comissão Eventual de Acompanhamento do Processo de Definição “Estratégia Portugal 2030”, promoveu com a colaboração da Universidade de Évora, uma audição pública dedicada ao tema “Desenvolvimento Sustentável”, no passado dia 9 de outubro.

A audição contou com a participação de diversas instituições e representantes de empresas agrícolas profissionais, incluindo a AJAP – Associação dos Jovens Agricultores de Portugal, representada pelo Diretor Geral, Firmino Cordeiro, orador no primeiro painel.

Sob o tema Desenvolvimento Sustentável, e compreendendo diversos subtemas da política agrícola, o desenvolvimento rural e florestas, mar e pescas, demografia, ambiente e alterações climáticas, e modernização da administração, os representantes das entidades presentes, tiveram a oportunidade de expor ideias e apresentar moções à Comissão Eventual de Acompanhamento do Processo de Definição da Estratégia Portugal 2030, presidida pelo deputado João Paulo Correia.

Um dos enfoques residiu na temática da desertificação, problemática que assola em dimensões elevadas várias regiões do país, com particular incidência na faixa interior. A AJAP, convicta de que Portugal necessita de um espaço Rural mais dinâmico, mais desenvolvido, mais empreendedor, mais jovem, com maior sustentabilidade e preservação dos recursos, relembrou o papel preponderante que a Figura do Jovem Empresário Rural pode vir a ter nestas áreas.

Urge rejuvenescer o tecido agrícola nacional, é nos Jovens, que hoje estão cada vez mais, dotados de formação e informação, mais conhecedores de realidades dissemelhantes e de novas tecnologias, que pode residir maior expectativa de investimento no Espaço Rural. O conceito de Jovem Empresário Rural associado aos Jovens Agricultores é seguramente um instrumento preponderante que trará um impacto positivo a estes territórios, nomeadamente ao nível da dinamização económica, demográfica, inovação e criação de emprego, fatores extremamente relevantes para uma maior coesão territorial, através de investimentos multifuncionais associados às suas atividades estruturantes, agricultura, floresta, turismo e gestão dos recursos naturais.

A AJAP deixou clarificada a sua posição nesta temática, que já vem sendo debatida em sucessivos governos, ficando a expectativa de que de uma forma integradora, o país e o governo construam uma estratégia concertada e profícua.

 

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Organizada pelo Instituto de Promoção do Comércio e Investimento de Macau, a MIF é um dos mais empolgantes eventos internacionais anuais de economia e comércio desta Região Administrativa Especial da República Popular da China.

A 23ª edição, que decorreu de 18 a 20 de outubro, teve como tema “Cooperação – Chave para Oportunidades de Negócios”, objetivando a promoção do comércio multilateral, recursos, mercados, a economia de Macau, através da apresentação de produtos e de oportunidades de investimento dos participantes estrangeiros.

Em simultâneo decorreu a PLPEX – Exposição de Produtos e Serviços dos Países de Língua Portuguesa, com o intuito de cimentar o papel de Macau enquanto plataforma de cooperação entre a China e o mundo Lusófono, estruturada em quatro espaços distintos: zona industrial, zona de produtos alimentares, zona dos setores não alimentares e zona de serviços.

A Feira Internacional de Macau é uma montra de diversas atividades, albergando exposições, conferências e bolsas de contactos que permitem a captação de parceiros estratégicos e de oportunidades de negócio. A AJAP marcou presença com um stand, dando a oportunidade aos visitantes de degustar alguns produtos tradicionais portugueses, como o azeite, o queijo e os enchidos. A Associação dos Jovens Agricultores de Portugal mantém uma forte aposta em ações estruturantes relacionadas com a internacionalização, vendo nos mercados de grandes potências a oportunidade de conhecimento, partilha e estabelecimento de parcerias.

 O futuro dos jovens agricultores seria mais bem-sucedido “se existisse um modelo de acompanhamento” da sua atividade, assim como “maior preocupação com os que se têm instalado recentemente” e com os que se instalaram no âmbito do PRODER, mesmo os que ainda não têm o processo encerrado.

 

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No passado dia 1 de março foram anunciados os grandes vencedores do Prémio Nacional de Agricultura de 2017, uma iniciativa organizada pela Cofina, em parceria com o BPI, e com o patrocínio do Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural.

Na cerimónia de entrega dos galardões, que decorreu no salão nobre do Hotel Ritz, em Lisboa, esteve presente o Ministro da Agricultura, Luís Capoulas Santos, que ressaltou a importância que as florestas, a agricultura e o desenvolvimento rural têm para o crescimento da economia.

A 6ª edição registou 1.268 candidaturas, contando com o apoio da PWC (auditoria, consultoria, fiscalidade) no processo de receção e análise, e dos estimados júris, dos quais a AJAP fez parte, na deliberação dos vencedores. Além dos nove laureados, em que Ricardo Machado levou o prémio “Jovem Agricultor”, com a empresa Mirtifruto pela produção de mirtilos, foram ainda atribuídas oito menções honrosas.

Para a AJAP é uma honra estar integrada no painel dos júris convidados, podendo contribuir com o seu parecer, sustentado num vasto conhecimento e profissionalismo.

 

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Ministro da Agricultura, Luís Capoulas Santos, Menção Honrosa na categoria de Jovem Agricultor, Sofia Marques, Diretor Geral da AJAP, Firmino Cordeiro

segunda, 12 março 2018 16:54

AJAP esteve presente na FRUTITEC

O mês de março trouxe a EXPOJARDIM/FRUTITEC/IBEROPRAGAS à Exposalão, na Batalha. Plantas, flores, máquinas, equipamentos, soluções agrícolas, tecnologia aplicada à fruticultura e horticultura e no controlo de pragas, protagonizaram o eclético conjunto de expositores distribuídos por três salões.

A AJAP marcou presença com um stand dedicado às culturas emergentes, tema com importante foco no panorama agrícola nacional. Uma participação que trouxe não só novas oportunidades de negócio, como impulsionou o contacto com a inovação e as mais recentes dinâmicas do seio agrícola.

Nesta edição, evidenciou-se também o empenho de diversas empresas, que produzem maquinaria, em criar soluções para auxiliar os agricultores e os municípios na limpeza das florestas.

O certame que contou com mais de 20 mil visitantes, espelhando o sucesso de mais uma edição, prepara-se para mudar o espaço físico em 2019, sendo a FIL (Feira Internacional de Lisboa) o palco escolhido para novas demonstrações.

 

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Numa era em que a abordagem à internacionalização é uma constante, procuram-se oportunidades consideráveis de acesso ao mercado e de trocas comerciais vantajosas. Importa difundir, destacar e valorizar o que Portugal tem de melhor, tanto em diversidade como em qualidade, sendo também nesse sentido que a Associação dos Jovens Agricultores de Portugal tem vindo a trabalhar e a destacar-se.

Portugal tem vindo a reafirmar a sua vocação atlântica como estratégia importante de posicionamento, não só perante os parceiros europeus, como também tem gerado um crescente interesse pela América Latina em geral e pelo Brasil em Particular. Isto, reflete-se em matéria de importação e exportação, e consequentemente na ascensão e reconhecimento institucional da Marca Portugal.

A AJAP, cumprindo as metas da internacionalização, esteve presente no maior evento do setor alimentar do Brasil, a Super Rio Expofood, que teve lugar no Rio de Janeiro nos dias 20, 21 e 22 de março, dando a conhecer a qualidade dos produtos tradicionais portugueses produzidos por Jovens Agricultores e Jovens Empresários Rurais. Queijos, enchidos, presunto e azeite foram o prato forte de degustação em terras de samba, suscitando um forte interesse e uma positiva afluência ao stand da Associação dos Jovens Agricultores de Portugal.

Um super evento, que ficou completo com a realização do Fórum Qualidade e Competitividade Agroalimentar (organização da AJAP e coorganização da Câmara Portuguesa do Comércio e Indústria do Rio de Janeiro). Uma iniciativa enquadrada na Campanha Portugal Gourmet, no âmbito da cooperação e da internacionalização, que possibilitou a reflexão e o debate em torno do setor agroalimentar, na voz de diversas personalidades portuguesas e brasileiras especialistas na área, bem como a degustação, que teve lugar na Super Rio Expofood, dos apreciados produtos lusos. Um projeto cofinanciado pelo COMPETE 2020, que tem como objetivo melhorar a competitividade nacional e a internacionalização da economia portuguesa, mobilizando e potenciando recursos e competências.

O êxito conquistou-se e trouxe novas parcerias e um leque de contactos auspiciosos.

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Dr. Paulo Ramalho, Eng.º Carlos Duarte, Eng.º Manuel Castro e Brito, Eng.º Firmino Cordeiro, Cônsul Jaime Leitão, Dr. Arlindo Varela na Super Rio ExpoFood

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Stand da AJAP na Super Rio ExpoFood

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 Dr. Paulo Ramalho, Dr. Arthur Pimentel, Eng.ª Marly Galvão, Dr. Hélder Coimbra, Dr.ª Isabel Martins, Dr. Amândio Santos, Eng.º Firmino Cordeiro

 

Concretizou-se mais uma edição da Ovibeja, cujo balanço, bastante positivo, se refletiu na grande adesão ao espaço onde decorre o certame, às conferências realizadas e na afluência aos stands das diversas associações e empresas representadas.

Cinco dias em que o setor agrícola mostrou novamente a sua dinâmica e vitalidade. A AJAP contribuiu com a sua parte, enquanto empreendedora no setor e impulsionadora da massa agrícola Jovem como alicerce do desenvolvimento económico do país e no combate à desertificação no interior. Registou-se um elevado interesse, essencialmente por parte de jovens, que se dirigiram ao stand da AJAP, a fim de obterem informação sobre as culturas emergentes, sobre a criação de novos projetos e novas instalações.

Sendo um evento visitado por diversos decisores políticos nacionais, o stand da AJAP teve o privilégio de receber o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, a Presidente do CDS-PP, Assunção Cristas, o Presidente do PSD, Rui Rio, entre outros.

 

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Realizou-se no início do mês de maio, o II Fórum Qualidade e Competitividade Agroalimentar em Maputo, que levou a cabo a criação de bases de trabalho para diversas iniciativas, desenvolvidas ao abrigo do COMPETE2020 – SIAC Sistema de Apoio a Ações Coletivas (Internacionalização), potenciando a competitividade do setor agroalimentar.

Enquadrado na Campanha Promocional Portugal Gourmet, foram divulgados alguns produtos tradicionais portugueses produzidos por Jovens Agricultores e Jovens Empresários Rurais. Queijos, enchidos, presunto e azeite foram o prato forte de degustação em terras brasileiras e moçambicanas, a par de uma reflexão sobre as oportunidades e desafios do setor agroalimentar, reforçando não só a importância das trocas comerciais, como o câmbio e disseminação de conhecimento.

Foi pela voz de distintos oradores, que foi feita a abordagem aos temas em destaque: Parcerias – Um Desafio do Agroalimentar e a Valorização dos Produtos Agrícolas no Mercado Global. Pontos que geraram diferentes reflexões, e que voltaram a evocar o contributo que a AJAP pode ceder às organizações de agricultores moçambicanas, através de estruturas empresariais conjuntas e ações planeadas.

O caminho da AJAP em Moçambique tem-se vindo a construir através de diferentes projetos de Cooperação, usando de forma profícua os avanços registados no setor agrícola português e colocá-los ao serviço da agricultura moçambicana. Neste sentido, o Fórum realizado foi mais um marco importante para a interligação entre os dois países.

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Dr. Salimo Abdula

 

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Dr.ª Maria Amélia Paiva

 

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Eng.º Firmino Cordeiro e Dr. Salim Cripton Valá

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Sr. José Alcobia, Dr.ª Jane Grobe, Dr.ª Mariana Matos, Srº Moreira da Silva, Eng.º Davide Freitas, Dr. João Jeque

 

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Engº Alcino Sanfins, Dr. Júlio Costa, Dr. Paulo Ramalho, Dr. Soares Xerinda, Dr. Cecílio Valentim

 

 

Decorreu no Centro Nacional de Exposições de Santarém a 55ª Feira Nacional de Agricultura, evento que levou a terras ribatejanas centenas de visitantes.

Durante dez dias, uma composição abrangente de expositores foram ocupados por empresas que promoveram os seus produtos, mostraram novas dinâmicas e tecnologias aplicadas ao setor agrícola e, consequentemente abriu novas oportunidades à concretização de negócios e parcerias. A AJAP participou, uma vez mais, neste importante evento com um stand inovador, disponibilizando informação, e revelando parte do seu trabalho através da divulgação de vídeos, panfletos e da Revista Jovens Agricultores, que providenciou no decorrer da feira.

Entre conferências, seminários e colóquios, destacou-se o “World Olive Oil Summit”, trazendo o azeite (tema central desta edição) à narrativa de especialistas nacionais e internacionais da fileira e ao paladar de quem participou nas ações de show cooking.

Com distinção, decorreu também a conferência “Os Grandes Desafios para a Agricultura no Futuro” na qual esteve presente o 1ª Ministro, António Costa, o Ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Luís Capoulas Santos, o Comissário Europeu da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Phil Hogan e o Comissário Europeu para a Ciência, Investigação e Inovação, Carlos Moedas. Esta iniciativa revelou-se um enorme sucesso, enchendo o grande auditório de agricultores, especialistas do setor agrícola e curiosos.

Breves excertos dos discursos proferidos pelo 1º Ministro e pelo Ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural, na conferência:

1º Ministro, António Costa:No ano passado vivemos seguramente o ano mais dramático de sempre. O risco de incêndio florestal tem causas múltiplas, as alterações climáticas, a estrutura interna da floresta, mas, tem uma causa absolutamente essencial, tem a ver com o despovoamento e o abandono do interior. Um país que precisa de crescer, como nós precisamos, tem que conseguir maximizar todo o seu potencial de crescimento. É claro que este potencial é enorme nas áreas metropolitanas, mas, há um enorme potencial de crescimento que está por aproveitar nesse interior que nos habituamos a abandonar e temos que agora ser capazes de investir, revalorizar, porque está aí muito por fruir. Para aproveitar esse interior, os programas de desenvolvimento rural são absolutamente essenciais. Hoje, há uma consciência coletiva do país de que não podemos continuar a desperdiçar esta riqueza do interior… Ainda ontem, foi aprovado o estatuto da pequena agricultura familiar, estamos a desenvolver o estatuto do Jovem Empresário Rural, porque há hoje uma nova consciência e uma nova disponibilidade das novas gerações de olharem para a agricultura com um olhar diferente da agricultura do passado. A agricultura passou a ser um projeto atrativo, futuro e aliciante para as jovens gerações e, a esse momento nós não podemos desperdiçar. Só há verdadeira riqueza investindo na produção, e a produção significa agricultura, indústria, e é essa a linha que nós vamos seguir.”

Ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Luís Capoulas Santos: “Todos temos consciência do contexto político europeu e internacional que vivemos e no caso específico da UE marcado pelas consequências do Brexit. O impacto da Comissão para Portugal é um aparente paradoxo, uma vez que pode ser considerada boa para os agricultores, mas é insustentável para o desenvolvimento nacional. Se nos concentrarmos nos aspetos financeiros, a proposta da Comissão traduzir-se-ia num aumento médio de 4% nos pagamentos diretos e num corte de 15% no segundo pilar. Portugal não pode aceitar que seja essencialmente a agricultura a pagar as consequências do Brexit, e muito menos que dentro do orçamento agrícola seja o segundo pilar, praticamente a única variável de ajustamento; não consideramos justo que ao primeiro pilar, que representa 80% do orçamento comunitário, seja aplicado um corte neutro de pouco mais de 1% e, ao segundo pilar seja aplicado um corte de 15% igual para todos, ignorando-se que alguns estados membros como é o caso de Portugal, este pilar representa cerca de 50% do seu envelope nacional.”

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Conferência sobre os Grandes Desafios para a Agricultura no Futuro

 

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