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AJAP presente como Expositor na FACIM 2013
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A AJAP - Associação dos Jovens Agricultores de Portugal participa como Expositor na presente edição da FACIM – Feira Internacional de Maputo, capital de Moçambique.

Este certame, o mais importante acontecimento económico internacional de Moçambique, teve início na passada Segunda-feira, dia 26 de Agosto, prolonga-se até Domingo, dia 1 de Setembro e contou, na Sessão de Abertura, com o mais alto magistrado da nação Armando Guebusa, Presidente da República Popular de Moçambique e com o Vice-Primeiro Ministro de Portugal, Dr. Paulo Portas.

À semelhança de edições anteriores, Portugal dispõe de um Pavilhão onde as empresas portuguesas apresentam os seus negócios e propostas de investimento no País. Não sendo a AJAP uma empresa, a estratégia da Direcção passa, através da sua presença este ano no certame e ainda pela realização de um Seminário a 29 de Agosto, por colocar-se à disposição dos Jovens Agricultores e Agricultores portugueses, que pretendam investir na actividade agrícola em Moçambique. Para além deste importante papel de apoio e contactos a cargo do Delegado da AJAP, residente em Moçambique, Alberto Carreira, a AJAP está a envidar esforços junto das instituições associativas moçambicanas, para que até ao final do ano seja possível operacionalizar acções conjuntas de trabalho com Jovens Agricultores moçambicanos.

Moçambique é dos Países do mundo que nos últimos anos tem apresentado uma taxa de crescimento sustentada, acresce o facto de ser politicamente estável, o que tem permitido e permite, atrair inúmeros investimentos estrangeiros, gerar riqueza e melhorar as condições de vida das suas populações.

A FACIM - Feira Internacional de Maputo transmite aos Visitantes toda esta conjuntura, empresas oriundas de vários Países já instaladas à procura de clientes e mais negócios e muitas empresas à procura de poder reunir as diferentes condições para iniciarem a sua actividade no País. Ao longo do certame registam-se inúmeros encontros e reuniões, para além da realização de Seminários e Palestras, como o Seminário que a AJAP vai realizar no dia 29 de Agosto de 2013, subordinado ao tema “Portugal-Moçambique I Sinergias e Oportunidades”.

 

 

 

 

(Publicado em 28/08/2013)

 

Agricultura faz baixar taxa de desemprego?
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 A AJAP – Associação dos Jovens Agricultores de Portugal, no seguimento das estatísticas tornadas públicas, que apontam para uma redução do desemprego e referem a actividade agrícola como a mais responsável por este indicador positivo para o País, entende fundamental que sejam prestados alguns esclarecimentos que fundamentam os números apresentados, nomeadamente:

  1. Questão da sazonalidade de algumas tarefas agrícolas, sendo esta a altura das colheitas, necessita de bastante mão-de-obra. Este facto torna-se este ano significativo porque muita dessa mão-de-obra é nacional.
  2. O surgimento de algumas centenas de Jovens Agricultores que iniciaram actividade, seguramente também contribuíram para os números estatísticos apresentados.
  3. Início de actividade de inúmeros pequenos agricultores, devido às recentes alterações fiscais, verificados na presente campanha de candidaturas aos subsídios agrícolas.

 

Na nossa perspectiva, o somatório dos números que cada uma destas componentes representa, justifica em boa parte os números avançados pelas Estatísticas oficiais.

São efectivamente números importantes para o sector, mas não deixam de ser algo preocupantes.

As nossas preocupações assentam na importância que será dada no futuro ao sector, depois da crise, será que serviu apenas para a atenuar, para desviar atenções com apoios a Jovens Agricultores…?

Os políticos acabaram por falhar no compromisso de “salvação nacional”, nada temos com isso, mas a actividade agrícola precisa de compromissos de estabilidade, porque não pode, de ânimo leve, alterar opção tomadas, nem deslocalizar-se como o fazem outras actividades e de igual forma não pode perpetuar-se ao sabor dos interesses das grandes superfícies, nem tão pouco de “modas” políticas.

Será que de uma vez por todas, com esta crise, os políticos ainda não perceberam isto?

Sendo certo que perceberam, esperamos que no futuro não esqueçam esta actividade, numa fase em que começamos a ter alguns indicadores de mudança positivos. O surgimento no futuro de medidas menos pensadas, demasiado economicistas, excessivamente penalizadoras em termos fiscais, sem ouvir os seus intervenientes, seguramente a arrastará para patamares de difícil recuperação.

Hoje é “futuro”, e se cada Jovem Agricultor que se instale, não se sentir apoiado e acompanhado por políticas, por práticas e procedimentos e se infelizmente as coisas não lhe correrem bem, desaparece, arrasta outros com ele e semeia o descrédito.

Não nos podemos contentar com números que apenas serviram para estatísticas, Portugal tem de assumir compromissos com todos aqueles que optaram pela agricultura.

Os atuais agricultores mais idosos tendem a abandonar a actividade já de si pouco produtiva, mas crucial em tantas regiões do País, e afastam descendentes a permanecer se não se sentirem confortados com medidas de apoio a este tipo de agricultura familiar.

As empresas agrícolas mais competitivas têm de sentir no seu dia-a-dia que esta actividade é crucial para o País, e muitas vezes essa constatação reflecte-se nos preços dos factores de produção, da electricidade e no preço a que vendem as suas produções, quando comparam com os demais parceiros europeus.

Os números que todos esperamos um dia, verdadeiramente realistas para a actividade, são aqueles assentes no rejuvenescimento constante, são aqueles que reflictam aumentos de produtividade e auto-suficiência alimentar, aqueles em que as exportações regulares façam baixar as importações, aqueles em que os pequenos e médios agricultores se sintam motivados também pela contribuição do aumento da produtividade do País.

Para além dos números, o espaço rural português tem de reflectir a mudança de paradigma tão proclamada, necessitamos de restruturar as nossas florestas, necessitamos de dar vida às vilas e aldeias de Portugal, pelo turismo, caça, pesca, pela preservação da natureza e dos recursos naturais e fundamentalmente pelo desenvolvimento de actividade agrícola apostada na valorização da qualidade dos seus produtos, pela transformação dos mesmos e acima de tudo que possam chegar aos mercados capazes de pagar o seu justo valor.

 

 

Prémio Agricultura 2013
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O Prémio Agricultura 2013, que terá início no próximo mês de Setembro, consiste numa aposta nos Sectores Agrícola e Agro-industrial como fortes motores de crescimento e desenvolvimento da economia portuguesa, promovendo, incentivando e premiando os casos de sucesso da Agricultura e Agro-Indústria nacionais.

Este evento é uma iniciativa do BPI e do Correio da Manhã, que conta com o Patrocínio do Ministério da Agricultura, com o apoio da PwC e do Jornal de Negócios e a participação da AJAP como membro do Júri que irá avaliar as candidaturas.

 O Prémio Agricultura 2013 pretende distinguir os casos mais notáveis de sucesso em Portugal e inspirar muitos mais casos de sucesso no futuro.

 Para mais informações, consulte o site: www.premioagricultura.pt

 

Centro de Frutologia Compal 2012/2013
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O Centro de Frutologia Compal, em parceria com a AJAP, distinguiu os três melhores projectos de Jovens Agricultores da Academia 2012/2013. Alexandre Pacheco, Sandra Fabrício e Joana Rossa são os jovens fruticultores cujos projectos mais se destacaram na primeira edição da Academia do Centro de Frutologia Compal, uma iniciativa de formação e apoio na área da fruticultura, que atribuiu 20 mil € a cada um dos três melhores projetos apresentados.

 A avaliação dos projetos de instalação da Academia 2012/2013 ficou a cargo de um júri constituído pela AJAP (Associação dos Jovens Agricultores de Portugal), CONFAGRI (Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola de Portugal), DGADR (Direção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural) e ISA (Instituto Superior de Agronomia da Universidade Técnica de Lisboa).

 A par da formação, a Academia 2012/2013 possibilitou aos 12 jovens empreendedores participantes a relação e o intercâmbio de conhecimentos e experiência com produtores, técnicos e empresários agrícolas. Promoveu também parcerias futuras, lançando as bases para a continuidade de uma relação que permite aos jovens fruticultores enfrentar os desafios e constrangimentos do sector.

 

Dia do Agricultor é Dia do Jovem Agricultor
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No passado Sábado dia 13 de Julho comemorou-se o dia do “Agricultor”, parece-nos justo que também seja o dia do Jovem Agricultor, pois actualmente não se fala em Agricultura ou Agricultores sem que a palavra Jovem esteja associada.

Assim sendo, a AJAP não pode deixar passar esta data sem dirigir uma palavra especial aos novos Jovens Agricultores.

É pública a nossa relativa euforia, face aos números que dizem respeito à instalação de Jovens nos últimos dois anos, se por um lado, é um bom sinal para a agricultura portuguesa, por outro, não deixa de ser preocupante a ausência de um programa de acompanhamento aos Jovens que decidem agarrar esta profissão.

Temos fugido ao discurso fácil que infelizmente por muitos tem sido utilizado. A agricultura virou “moda”, e seguramente os jovens surgem como cabeça de cartaz neste tipo de relatos e intervenções.

A AJAP volvidos 30 anos na defesa dos Jovens Agricultores, e profunda conhecedora desta realidade, deve perante a Administração ter sentido de grande responsabilidade nas suas actuações, e mais do que festejar, deve exigir aos governantes um verdadeiro programa de acompanhamento dos Jovens Agricultores (instalados, em processo de instalação, aos que se pretendem instalar). Na nossa perspectiva, este programa deve passar por um modelo rigoroso de aptidão e formação profissional facultado por entidades devidamente reconhecidas e por um acompanhamento obrigatório nas diferentes fases do projecto a cargo de técnicos devidamente homologados, inclusive no período pós-instalação. Estes factores devidamente desenvolvidos e estudados pela AJAP, individualmente e em parceria com o GPP, bem presente no último trabalho intitulado “A Instalação de Jovens Agricultores: Factores que Determinam o Sucesso” são, em nosso entendimento, se levados à prática, garante de um verdadeiro esforço da administração capaz de conduzir ao sucesso que todos desejamos.

Este é um forte desejo que a AJAP jamais desistirá até à sua efectiva implementação.

Reconhecemos que o perfil do novo Jovem Agricultor mudou, e como tal temos que acompanhar esta evolução, os actuais jovens que se instalam não são apenas oriundos da continuidade de explorações existentes, felizmente têm chegado de outras áreas, sobretudo licenciados (arquitectos, advogados, etc…) que não têm qualquer contacto e conhecimento da realidade agrícola. O que nos deixa apreensivos, enquanto organização de terreno, possuidora de um corpo técnico que faz um trabalho de bastante proximidade, é verificarmos a existência de projectos de instalação tipo “chave na mão”, oriundos de fórmulas pré-concebidas tipo informação “Google”, como sendo a grande oportunidade de futuro.

 Não há negócios milionários, há sim negócios que devem ser bem pensados, estruturados e devidamente acompanhados por profissionais para poderem resultar e ter sucesso. Convém esclarecer que estes projectos co-financiados são compromissos a cinco anos com o Estado Português e fundos comunitários, sendo grande a responsabilidade que o Jovem assume perante Instituições Nacionais e da União Europeia.

Quando um jovem resolve optar pela agricultura, deve fazê-lo em consciência, deve assumir esta actividade como um projecto de vida, acima de tudo sentir-se motivado e com vocação, pois, em face da sua complexidade, a agricultura não pode servir como alternativa a outras opções e projectos de futuro.

A AJAP, enquanto Organização, está cá para colaborar e apoiar.

 

O Presidente da AJAP

Ricardo Brito Paes  

 
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